Dois reversos de medalha,
uma mesma idiossincracia.
Aborígenes em estepes desérticas
reerguem-se de comunidade,
vivem na paz do desejo adorador
de uma mente-amor.
São povos multifacetados e estéticas
de faceta impossível e ausente,
primária de aspecto,
complexa no sentimento insurrecto.
As planícies, de novo gente,
premeiam-se de novo gente.
Vamos viver o zénite.
Sim. Vamos zénite.
Escada zénite.
Só zénite.
Zénite.
Zzzz
É esta a essência da falta de filosofia.
Os pulmões de uma arte afogada.
O amor global, não carnal,
em espinhos de zénite.
Deuses e rosas,
deixem passar.
Zénite.